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Há um ano vim embora

por *Márcia S.*, em 22.12.19

Há um ano atrás vim embora da empresa onde trabalhava. Sempre trabalhei em restauração, até agora. Troquei o trabalho anterior por um trabalho da mesma área nessa empresa. Foi um ano e meio de trabalho onde dei tudo por tudo por uma empresa que não deu nada por mim. Por mim e por tantos outros que por lá passaram e levaram o mesmo rumo que eu. Desde apoiar as decisões tomadas, a aceitar trabalhar inicialmente semanas sem folgas porque a loja tinha acabado de abrir e ainda nada estava organizado, a trabalhar 10h praticamente seguidas e quase sem comer em alturas de festa (festas essas de se passar com a família). Podia enumerar uma imensidão de situações que, de todo, não vale a pena! 

Vim embora da loja e empresa precisamente há um ano, ou fez um ano há pouco tempo. Ainda para gozar as férias que nunca dava para gozar, pois havia sempre alguém a gozar férias naqueles momentos ou então não davam férias naquelas alturas em específico. Na altura a minha família achava que eu tinha cometido um erro em ter chegado a acordo para vir embora. Mas sempre lhes disse que em primeiro lugar estava a minha saúde mental que, naquele preciso momento, estava um caos a custa de uma empresa e respectivas chefias que nos tratavam nem sei bem dizer como. Muitos acharam que por ser uma empresa grande e ainda a crescer mais, seria uma mais valia aguentar tudo. Alguns tiveram sorte. Sim, sorte por darem tanta graxa que conseguiram o que queriam. Isso não faz parte de mim. 

Ao fim de um ano, com altos e baixos, a conhecer novas realidades de emprego e afins, consegui algo que será dos meus maiores desafios mas que ao mesmo tempo é das áreas que mais admiro e gosto. Ainda não posso dizer que estou realizada a 100% a nível profissional, nem sei se algum dia estarei. Quem sabe? Mas adoro novos desafios e este sem dúvida que é um deles!

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Sonhar nunca fez mal

por *Márcia S.*, em 20.12.19

Há anos que tenho o mesmo desejo, apesar de saber que não é impossível mas que também não é propriamente fácil. Adorava trabalhar por conta própria. Não pelo facto de não ter patrões e ser eu "a minha patroa", mas pelo facto da liberdade de fazer "o que quero" e poder gerir tudo a 100%. A questão nunca esteve nos valores que poderia receber nem nas burocracias que se vem a ter quando se cria o nosso próprio negócio, a nossa própria empresa. A questão em nunca ter arriscado sempre esteve em não saber como arriscar, em ter medo de arriscar (o que se torna estranho para mim, pois não tive esse receio de arriscar ao trabalhar para outros). Não saber a 100% onde arriscar, o que me iria deixar satisfeita e realizada a fazer. 

Sou da opinião que o nosso trabalho nos deve fazer sentir realizados, satisfeitos e felizes no que fazemos. Somos mais produtivos quando assim é e, penso que, quando assim é acabamos por nem encarar como um trabalho mas como algo que fazemos por gosto e que nos acaba por dar um certo retorno financeiro.

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O lado bom do Natal?!

por *Márcia S.*, em 04.12.19

Não sei porquê, mas o facto de ter um misto de sentimentos sobre esta época festiva e tão especifica do ano está a dar-me este ano um monte de "inspirações" para vir cá escrever um pouco mais sobre este assunto. 

A melhor parte do Natal há uns anos atrás para mim, naquela fase de criança e adolescente, eram os presentes. Neste momento o mais importante e melhor para mim é, além de ter as pessoas de quem gosto comigo há mesa nesses dias, a comida, doçaria e os chocolates que se consomem mais nesta altura do ano! Confesso que sou uma gulosa de primeira e adoro comer e comer bem! Não podia deixar de frisar que nesta altura não quero saber se estou a comer muito ou pouco, importa-me que me esteja a saber bem, só!

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Novamente, Natal

por *Márcia S.*, em 02.12.19

Sou daquelas pessoas que tem diversas opiniões sobre o Natal! Não adoro, mas não odeio. Já gostei mais como também já gostei menos. Já tive natais extremamente felizes como também já passei natais menos felizes. Neste momento é um misto de sentimentos, não tenho aquela vontade enorme de festejar este dia pois muitos dos familiares que podiam tornar um natal mais caloroso já cá não estão presentes. Por outro lado, tenho os que ainda me acompanham a alegrar todos estes dias festivos. Quero festejar, mas ao mesmo tempo não quero. Já não dou a estes dias que se avizinham o mesmo valor que antigamente. Antigamente dava-me um certo gozo andar a arranjar a roupa ideal para a consoada, por exemplo. Hoje em dia, prefiro mil vezes estar nesta época com um pijama quentinho a desfrutar da consoada com os meus! 

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Experiência no AliExpress

por *Márcia S.*, em 10.11.19

Sempre fui reticente sobre comprar produtos online. Porque vinham de longe, porque tinha de pagar antes de vir o produto, porque não sabia se ia chegar, se os prazos que aparecem nos sites realmente são confiáveis. Enfim, tinha um monte de dúvidas que me fizeram nunca experimentar este tipo de sites. 

Este ano resolvi experimentar. Produtos baratos para que não fosse arrepender-me assim tanto caso os produtos não chegassem. Desde a capa para o meu telemóvel (que sinceramente pela qualidade compensa muito mais mandar vir de fora do que comprar em Portugal) a produtos de maquilhagem que a minha irmã quis experimentar. 

Posso dizer que chegaram todos os produtos que comprei. A qualidade era razoável, compatível com o preço que era praticado pelo vendedor. O tempo de espera foi o que me deixou um tanto irritada. Os produtos da minha irmã foram os últimos a ser comprados e os primeiros a chegar. A minha capa para o telemóvel, que foi comprada dias antes, chegou ao fim de 2 meses. Tempo normal para muitos produtos que acusam esses mesmos tempos, mas não era o que correspondia ao que o vendedor anunciava. Aparentemente deveria chegar em 20dias. O vendedor prolongou o tempo por 2 vezes, o que se tornou irritante e me fez reclamar, pois não estavam a ser cumpridos os tempos que ele anunciava. Pediu desculpas e acabei por receber a capa (o que valeu foi realmente ser o que eu esperava e a qualidade não ser má para uma capa de 1€ (penso que nem a 1€ chegou). 

 

O que acabei por ter em conta quando escolhia os produtos que queria comprar, foi que o vendedor tinha um bom feedback, ler os comentários do produto e se tinham fotografias e o que os compradores falavam do produto. E, claro, usar sempre o filtro dos portes gratuitos! Muitas vezes paga-se mais de portes do que pelo próprio produto. Mas existem milhares de produtos iguais em que os portes são completamente gratuitos. 

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