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Numa altura que estamos a tentar voltar a uma possível normalidade, julgo que ainda a meio gás, decidi fazer uma retrospectiva de toda a pandemia que vivemos e ainda vamos vivendo. A situação económica não foi (e não é) de todo a melhor e o desemprego sofreu imenso com tudo isto, tal como muitas das pessoas que se sentiram numa posição de desemprego e em simultâneo sem saber como fazer face a despesas e arranjar emprego de novo. Arranjar novo emprego não foi fácil, e veremos se será menos difícil nos próximos tempos. 

Durante esta altura de pandemia fui estando atenta a todas as publicações de anúncios de emprego que foram sendo publicados de forma a perceber o que estava ainda a funcionar, quer fosse a meio gás ou com toda a força. 

A área da saúde e as empresas de supermercados foram duas das principais áreas que continuaram a contratar, provavelmente a um nível bastante superior ao habitual. Foi logo das principais áreas que notei que realmente publicavam anúncios de emprego e que iam contratando. 

A área da restauração, apesar de trabalhar a menos que meio gás só com o serviço de entrega em casa ou de nos deslocarmos para ir buscar a nossa comida sem permanecer no local foi também das poucas áreas que se mantiveram activas. Um ou outro anúncio desta área mas não tanto como as áreas referidas anteriormente.

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Estive uns dias parada, sem fazer exercício físico. Porque também não quero estar a fazer por obrigação e sim porque sinto necessidade de o fazer. Não retomei o exercício físico para perder o peso que ainda tenho a perder. Ou pelo menos não só porque é disso que preciso. Resolvi retomar porque tenho mais tempo livre para tal neste momento e porque realmente me sinto muito bem a fazer nem que sejam uns meros 20 minutos por dia. 

É incrível como mexer o corpo algum tempo por dia me tira parte do stress diário e me faz sentir melhor, mesmo que por meros momentos. Numa fase complicada, como me tenho sentido menos bem, saber que a realizar pequenas coisas me faz sentir um bocadinho melhor é fantástico!

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O melhor e pior de 2018

por ✓MS, em 16.01.19

O ano de 2018 já passou, e o meu "balanço final" foi feito um pouco depois do seu término. No meu ponto de vista, o lado pior ou "mais negativo", resume-se ao lado profissional. Penso que o facto de não me sentir bem na área em questão, e mesmo a empresa não fazia o seu melhor para que os seus funcionários se sentissem 100% bem e motivados nela. Foi então este que se tornou no ponto mais negativo deste ano. Tirando isto, penso que tudo o "resto" acabou por ser bastante positivo. Desde as amizades que criei, ao encontrar o amor da minha vida, a encontrar a forma de me conhecer um pouco melhor a mim mesma. 2018 seria o ano, o meu ano, e realmente foi! Foi um ano de enormes descobertas, foi o ano em que fiz mil e um planos que nunca imaginei fazer. E que 2019 seja a continuação dos bons momentos do ano anterior!

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Lutar pelo que vale a pena

por ✓MS, em 22.05.18

Ao longo dos anos fui percebendo e sendo alertada, para o facto de ter de lutar apenas pelo que valia a pena. Eu a certa altura não tinha filtro. Lutava porque sim, porque queria estar ocupada com algo e lutava pelo que me parecia bem. Escusado será dizer que nem tudo o que parece bem vai valer realmente a pena. Mas saber o que valia realmente a pena era o meu grande problema. Eu não sabia entender isso logo "de primeira". Ou talvez achasse que não. 

Não costumava dar muitas vezes ouvidos ao meu instinto, ao meu sexto sentido. Pareceu-me bem, na altura, começar por aí e dar ouvidos a mim mesma. Claro que falhei algumas vezes, arrependi-me de outras tantas. Mas, no geral ajudou-me a saber filtrar o que realmente vale a pena lutar e o que é preferível deixar pelo caminho. 

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Exigir de mim mesma

por ✓MS, em 09.03.18

Há muitos anos atrás, eu sabia que não exigia nada de mim mesma. Porque não tinha motivação para tal, porque talvez não tivesse força de vontade para tal, porque ninguém puxava por mim ou tentava exigir algo a mais de mim, ou até mesmo porque não me apetecia ser exigente comigo mesma. Ao longo dos anos fui percebendo que exigiam algo de mim e eu chegava nas expectativas mínimas das pessoas, não as ultrapassava nunca. Porque a minha exigência para comigo era nula. Era como se tudo que me rodeava, todas as pessoas e o mundo em geral, não fossem interessantes o suficiente para mim para que eu quisesse exigir algo mais de mim para as surpreender. Fui assim até tarde de mais. Houveram raros momentos em que exigi algo de mim, por competição ou por alguma frustração momentânea da adolescência que me tivesse feito agir de alguma forma diferente da "normal". 

A certa altura, há poucos anos atrás, comecei a exigir de mim o que nunca tinha exigido antes. Não me recordo ao certo o que me fez acordar este meu lado que nem eu conhecia. Nunca, em momento algum, eu imaginei que teria algures escondido em mim esta agressividade toda em exigir de mim tudo o que nunca exigi antes. E digo agressividade precisamente por me ter tornado extremamente exigente em quase tudo na minha vida. Ao ponto de saber que o meu corpo não iria aguentar tanto sacrifício e mesmo assim avançar com os meus planos. A certa altura, eu comecei a ser mais reconhecida no que fazia. A certa altura a minha presença começava a ser notada devido a essa exigência que teria comigo mesma nas coisas a que me propunha a realizar. 

A certa altura, eu achei que a exigência que tinha comigo mesma não era suficiente. Achei que já tinha chegado ao meu objectivo, que já conseguia funcionar bem como estava e foi aí que decidi exigir mais. Atingir uns patamares um pouquinho acima dos que já tinha alcançado. Não digo que estou a fazer bem a mim mesma, longe disso! Tem os seus prós e contras, como tudo na vida. Mas se me sinto realizada? Posso dizer com 90% de certeza que sim. 

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