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Não te fiques pela metade

por *Márcia S.*, em 16.11.19

Durante muitos anos contentava-me com pouco. O mínimo era suficiente para mim. Não tinha ambição, não tinha grande vontade de querer lutar mais por algo que quisesse muito. Se não fosse fácil de alcançar nem faria parte dos meus planos. Talvez algo pelo que muitos passam em certos momentos da vida, ou pelo menos alguns. Ou talvez tenha sido só eu!? 

Ao longo do tempo os bocadinhos não me chegavam. Fui querendo mais e mais, e melhor! Não que me tivesse tornado gananciosa, apenas não me queria contentar com pouco, não queria metades!

Merecemos sempre algo melhor e principalmente por inteiro! 

Independentemente de conseguir alcançar os objectivos, sabe bem sentir que se está a lutar por algo que desejamos. Concretizar será, talvez, o próximo passo! 

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Cabelos curtos vs cabelos compridos

por *Márcia S.*, em 17.08.19

Pessoalmente andei uns anos que não queria cabelo curto em mim mesma. Olhava as minhas fotografias de criança e via-me com repas e cabelo curtinho e não sei porquê, não gostava nada! Conclusão? Passei a adolescência a preferir o meu cabelo dos ombros pra baixo, SEMPRE! 

Há uns anos, já cansada do meu cabelo ser comprido (apesar de o ir cortando e até por vezes lhe fazer um corte diferente, mas a nível de tamanho era sempre dentro do mesmo), decidi mudar. Digamos que eu usava o cabelo "médio". Não era curto, mas também não era extremamente comprido. 

Fartei-me e decidi cortar. Fui até ao cabeleireiro (digamos cabeleireira, pois era, e ainda é, uma mulher) e pedi que cortasse o cabelo. A primeira vez que fui naquela cabeleireira tive um misto de amor - ódio perante ela. Pois, ela foi eficaz no que fez, porém adorava (e ainda adora) cortar até mais não! Ora bem, o meu cabelo é liso mas com alguma ondulação. Basta um bocadinho de vento que ele encolhe logo um bocado. Basta eu lavar que ele depois de seco encolhe logo um bocado. E senti que a cabeleireira não teve isso em atenção quando cortou o cabelo. De qualquer maneira, habituei-me tão bem a ter cabelo curto que nunca deixei de lá ir. Continuo até hoje a frequentar a mesma cabeleireira, principalmente para deixar o meu cabelo curtinho. Tenho usado o meu cabelo com o mesmo penteado há mais de ano e meio, sempre o mesmo (e tem sido o mais curto de sempre!). Além do mais já lá pintei o cabelo e ela tem sido sempre excelente no trabalho que faz comigo, sendo que para o trabalho bem feito que faz não leva nada caro! Nunca vi ninguém da área que fizesse preços competitivos com ela, e já vi montes de salões a fazer o mesmo que ela (e muitas vezes não tão bem feito ou com qualidade inferior) e a pedir bem mais dinheiro por esse trabalho! 

Conclusão, hoje adoro cabelo curto e não o troco por cabelos compridos!! 

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E se um chefe te disser isso?

por *Márcia S.*, em 05.08.19

Não sei se é defeito ou feitio, mas em termos de chefias no local de trabalho já presenciei o 8 e o 80. Já tive chefes extremamente porreiros como já tive chefes extremamente sem noção! Há uns longos meses atrás quando em conversa com um desses chefes sem noção alguma estávamos a conversar sobre desmotivação e afins, ele saiu-se com uma pérola. Uma pérola daquelas que ficamos sem saber se respondemos ou se deixamos passar. 

No meio da dita conversa, esse chefe resolve dizer "vai para o ginásio, vais ver que a emagreceres a tua motivação no trabalho muda logo. Olha que eu tive uma depressão e passou logo a frequentar o ginásio". Entendia o que queria transmitir caso estivéssemos a falar de algo de foro pessoal. Porém, e relativamente ao assunto que estávamos a tratar naquele momento, foi completamente despropositado e sem noção. Sabem aquelas pessoas que têm culpa de algo estar a acontecer, mas tentam dar a volta a todo o discurso de forma a que a culpa vá parar a terceiros? Assim é ele. Tal e qual, sem tirar nem pôr!

A mente comanda o corpo!

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Muito lamechas, talvez?!

por *Márcia S.*, em 02.02.19

Há anos atrás deixei de acreditar no amor verdadeiro. Também devido a não ter tido relações amorosas, na altura tinha tido uma, como tantas outras pessoas da minha idade que grande parte delas já contava imensas relações (não que isso seja bom, pelo contrário, nunca achei bonito a miúdas com os seus 16 anos a contarem 5 ou 6 namorados, que sim existem esses casos). Porém a baixa auto-estima era algo que predominava na minha vida, o que me levava a crer que o amor não era para mim. 

No meio de "amores e desamores", conheci a pessoa que posso dizer que é a pessoa mais maravilhosa que já conheci na minha vida. Sabem quando conhece uma pessoa que, aos poucos, vos torna mais confiantes, vos admira e gosta de vocês como são... é uma sensação maravilhosa.

Confesso não ter sido fácil, ambos estávamos com medo de sair magoados, mas talvez tenha sido isso que nos fez ser mais cuidadosos um com o outro e com uma pitada extra de romantismo. Se já o éramos antes, agora somos ainda mais. Ao fim de um ano, e que venham tantos outros iguais ou melhores (se assim for possível), posso garantir que me sinto uma mulher extremamente feliz a seu lado. Se soubesse o que sei hoje, sem sombra para dúvidas que me teria declarado a ele mais cedo. Não aconteceu antes, mas aproveitamos bem o "tempo perdido". 

Não deixei de ser insegura, mas esse lado melhorou bastante no último ano. A seu lado sinto-me a mulher mais segura do mundo. Afastada dele, pelo contrário, começou a existir um vazio enorme em mim. 

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As redes sociais podem terminar relações?

por *Márcia S.*, em 01.02.19

Pessoalmente, durante a minha adolescência e até ao inicio da idade adulta, fui da opinião que sim, as redes sociais poderiam acabar com relações. Principalmente se algum dos membros do casal, ou mesmo os dois, fossem extremamente ciumentos ou controladores. Parecia-me algo lógico que em algum momento poderia haver algum tipo de conflito e que se se tornassem sistemáticos poderiam causar a ruptura do relacionamento. 

Hoje em dia já consigo ter uma perspectiva um pouco diferente da situação em questão. Agora, já com mais maturidade e na situação em que estou com uma relação sólida e também madura dá para perceber as coisas e ter bem assentes os pontos nos is. Desde que a confiança entre os dois exista de parte a parte, sendo que quando ambos são maduros o suficiente as coisas tem "tudo" para correr bem. 

Na minha experiência pessoal, como usamos mais as redes sociais para ir "vendo as coisas dos amigos e familiares" nunca houve problemas maiores. Por vezes uma zanga ou outra, mas nada de grave que se justificasse uma discussão feia. Confiamos imenso um no outro e não temos propriamente o hábito de partilhar tudo nas redes sociais. 

 

Os anos passam, as opiniões mudam. É uma das leis da vida!

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