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Tempos livres com o namorado

por *Márcia S.*, em 25.01.19

Normalmente, sempre que passamos uns dias juntos, acabamos por antes de ir dormir a ver algum filme juntos. Ou pelo menos fiamos pelo tentar. Aqui tenho mesmo de me confessar, o pobre coitado nunca vê o filme até ao fim. Tem uma namorada que se cansa de olhar para a tela do pc a meio do filme ou mesmo antes de chegar a meio. (por isso mesmo são boas as séries que gostamos ambos de ver, porque são episódios, não duram tanto tempo como um filme e lá podemos conseguir acompanhar o episódio até ao fim)

Uma das últimas vezes descobrimos algo de que ambos gostamos e nos manteve entretidos de verdade! Fomos para o youtube recordar músicas da nossa juventude e adolescência. Algo parecido com publicações que já fiz por aqui. Foi o recordar algo do passado que, de alguma maneira, nos acaba por ligar um ao outro!

 

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Como fazer uma relação durar e ser saudável?

por *Márcia S.*, em 21.01.19

Todos sabemos que "não basta gostar" para uma relação seja saudável, resulte e dure por muito tempo, quiçá para sempre. Não é por acaso que muitas relações acabam ao fim de pouco, e outras até de muito tempo.

No meu ponto de viste não pode faltar uma boa base (e dose) de amizade para que ambos os lados se consigam já conhecer em certos aspectos (muitos deles fora da relação).  Afinal, desabafamos muito com os nossos melhores amigos. Quem temos a nosso lado acaba por ser um deles, ou mesmo o único como no meu caso (que é a pessoa em quem mais confio a par dos parentes próximos). Após isso a confiança, a honestidade e esforço de ambos os lados para que tudo resulte são fundamentais. Por fim, o companheirismo e ambos lutarem um pelo outro e pelo bem da relação são pontos cruciais para que a relação seja saudável e dure um possível "para sempre". 

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O melhor e pior de 2018

por *Márcia S.*, em 16.01.19

O ano de 2018 já passou, e o meu "balanço final" foi feito um pouco depois do seu término. No meu ponto de vista, o lado pior ou "mais negativo", resume-se ao lado profissional. Penso que o facto de não me sentir bem na área em questão, e mesmo a empresa não fazia o seu melhor para que os seus funcionários se sentissem 100% bem e motivados nela. Foi então este que se tornou no ponto mais negativo deste ano. Tirando isto, penso que tudo o "resto" acabou por ser bastante positivo. Desde as amizades que criei, ao encontrar o amor da minha vida, a encontrar a forma de me conhecer um pouco melhor a mim mesma. 2018 seria o ano, o meu ano, e realmente foi! Foi um ano de enormes descobertas, foi o ano em que fiz mil e um planos que nunca imaginei fazer. E que 2019 seja a continuação dos bons momentos do ano anterior!

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Planos para 2019

por *Márcia S.*, em 31.12.18

Confesso que desta vez posso dizer que deve ser o primeiro ano em que tenho mais planos em mente para 2019. Nem todos que posso contar, mas alguns sim. Nos anos anteriores apenas tinha o objectivo de ser muito feliz. Ter as pessoas que mais adoro na vida a meu lado.

Desta vez, um dos meus maiores planos é sair de casa dos meus pais e ir viver com o meu namorado Este é um dos pontos mais importantes do próximo ano!

 

Também será importante o sentir-me melhor e mais realizada a nível profissional. Este é um ponto que acaba por influenciar imenso a nossa vida (também pessoal). É um dos planos/objectivos que tenho para este novo ano e espero que se realize. Acho de extrema importância seguirmos profissionalmente algo que nos faça sentir bem e realizados, independentemente da área que seja. 

Quem sabe se este ponto se concretize ou não, gostava que sim mas se não der este ano fica para o próximo... uma viagem. Mas não uma viagem qualquer, uma viagem (estilo romântica) com o meu namorado. Uma espécie de mini férias românticas para ambos Pelo menos haverá oportunidade de poupar dinheiro para isso durante todos os dias deste novo ano que se avizinha!

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Este Natal... é com a minha família

por *Márcia S.*, em 07.12.18

Sim, este Natal passo todos os minutos com a minha família! E passo a explicar, passei 22 anos da minha vida a estar sempre com os meus pais e irmã quer a noite de dia 24, quer o dia 25, a festejar o Natal. Aos 23 anos vi-me a primeira vez a passar a trabalhar ambos os dias. Por opção, confesso. Confesso que há dois natais atrás na empresa onde estava a trabalhar a abertura e fecho da loja me dava a oportunidade de jantar no dia 24 e almoçar no dia 25 com a família em casa a horas "decentes" e trabalhar nesses dois dias. Sim, há muitos locais abertos nestas alturas tão especiais mas isso são outros 500. Optei por, nesse ano, escolher trabalhar nesses dias e assim ter o ano novo livre. Porquê? Ora, a ideia seria passar o ano novo com a família e conseguir convencer o meu pai a irmos todos ver o fogo no centro do Porto. Não correu bem na altura, pois estive de cama quer o dia 31 quer o dia 1, com uma gripe daquelas... Se foi apenas este o motivo? Claro que não! Tenho pessoas muito importantes para mim que faleceram após essas alturas festivas o que me fez perder um bom bocado o sentido de "família feliz", na altura, nesta época. Meti na cabeça que o trabalhar nessa altura me iria fazer esquecer esse lado menos positivo. Se consegui? Não, de todo! Dei por mim a chorar no trabalho com tudo o que me passava na cabeça de querer estar ao lado dos meus pais e da minha irmã, apesar de conseguir sim estar os momentos mais cruciais dessa data, mas não me foi o suficiente. 

 

Ora bem, o ano passado, já com 24 anos, decidi que teria de ter o Natal em casa com a família! Mas como a sorte é tão minha amiga, ironia das ironias, o meu chefe (da actual empresa onde estou, que por sinal também abre 365 dias por ano) resolveu que o pessoal do meu sector teria de trabalhar metade de cada festa. Trabalhava a véspera de uma das festas e o dia da outra festa. O que me calhou na rifa, mesmo tendo dito que queria passar o Natal em casa e trabalhar o dia 31 e 1? Trabalhei o dia 25 e o dia 31. Se consegui passar a noite de Natal com a minha família? consegui claro! Mas, tive de os abandonar cedo porque tinha de dormir, no dia seguinte o dever de ir trabalhar 12h chamava por mim! Aproveitei um jantar em família para perder um dia inteiro com eles, numa altura que um ano antes tinha sido tão difícil de ultrapassar sem eles. E, desta vez, sem eles por muito mais horas. Confesso que desta vez não chorei, mas porque não tinha tempo nem para pestanejar e deixar a lágrima cair. Porquê que as pessoas teimam em, num dia tão especial como o dia 25 de Dezembro, sair de casa e dar a ganhar a empresas que não deixam os seus funcionários festejar estas épocas em família? Enfim, o ano passado perdi o Natal na sua grande essência. O ano novo? passei com a família porque tive a sorte de o meu pai me ir buscar ao centro da cidade, onde me encontrava a trabalhar, e vir por aí fora para casa comigo. Cheguei a casa 15 minutos antes da chegada de 2018. Se soube bem? extremamente! Mas sabia muito melhor estar com eles, a conviver, a reviver os velhos tempos, destas épocas em anos anteriores.

Este ano consegui passar ambas as festas com eles. Não só vi como ficaram satisfeitos com isso, como eu me sinto muito bem por ao fim de dois anos "fora" nestas alturas, conseguir festejar novamente com eles! E não, não pretendo passar mais sem eles, a não ser quando a vida assim o decidir, quando um dia eu sair de casa e não se consiga conciliar as festas por qualquer motivo. 

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