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Novamente, Natal

por *Márcia S.*, em 02.12.19

Sou daquelas pessoas que tem diversas opiniões sobre o Natal! Não adoro, mas não odeio. Já gostei mais como também já gostei menos. Já tive natais extremamente felizes como também já passei natais menos felizes. Neste momento é um misto de sentimentos, não tenho aquela vontade enorme de festejar este dia pois muitos dos familiares que podiam tornar um natal mais caloroso já cá não estão presentes. Por outro lado, tenho os que ainda me acompanham a alegrar todos estes dias festivos. Quero festejar, mas ao mesmo tempo não quero. Já não dou a estes dias que se avizinham o mesmo valor que antigamente. Antigamente dava-me um certo gozo andar a arranjar a roupa ideal para a consoada, por exemplo. Hoje em dia, prefiro mil vezes estar nesta época com um pijama quentinho a desfrutar da consoada com os meus! 

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Relação com chefes/patrões

por *Márcia S.*, em 29.09.19

O mundo do trabalho tem muito que se lhe diga, não só relativamente ao trabalho em si ou aos colegas de empresa, mas também com os nossos chefes/patrões. Posso dizer que já tive muita sorte como muito azar no que toca a bons e mais chefes. Já tive superiores que eram uns óptimos líderes, seria um gosto que fossem eles no cargo acima como chefe directo meu. Mas, por qualquer razão, quando algum ser humano sabe liderar mesmo bem uma equipa e ser humano o suficiente, mesmo impondo regras, raramente está a chefiar uma loja/empresa inteira. Infelizmente, pois seria excelente para os funcionários irem trabalhar com muito mais gosto!

De qualquer forma, e apesar de também ter tido chefes e superiores que não valiam rigorosamente nada (pois não se preocupavam minimamente com o bem estar dos seus funcionários e só olhavam para o seu próprio umbigo), também tive bons chefes! E, acreditem, é gratificante ver que um superior nosso reconhece o nosso trabalho e esforço. Independentemente de ele vir ser recompensado de alguma forma (claro que isso é bom, mas a questão agora não é essa), reconhecerem o nosso esforço é algo extremamente importante e que deixa felizes os funcionários! 

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Cabelos curtos vs cabelos compridos

por *Márcia S.*, em 17.08.19

Pessoalmente andei uns anos que não queria cabelo curto em mim mesma. Olhava as minhas fotografias de criança e via-me com repas e cabelo curtinho e não sei porquê, não gostava nada! Conclusão? Passei a adolescência a preferir o meu cabelo dos ombros pra baixo, SEMPRE! 

Há uns anos, já cansada do meu cabelo ser comprido (apesar de o ir cortando e até por vezes lhe fazer um corte diferente, mas a nível de tamanho era sempre dentro do mesmo), decidi mudar. Digamos que eu usava o cabelo "médio". Não era curto, mas também não era extremamente comprido. 

Fartei-me e decidi cortar. Fui até ao cabeleireiro (digamos cabeleireira, pois era, e ainda é, uma mulher) e pedi que cortasse o cabelo. A primeira vez que fui naquela cabeleireira tive um misto de amor - ódio perante ela. Pois, ela foi eficaz no que fez, porém adorava (e ainda adora) cortar até mais não! Ora bem, o meu cabelo é liso mas com alguma ondulação. Basta um bocadinho de vento que ele encolhe logo um bocado. Basta eu lavar que ele depois de seco encolhe logo um bocado. E senti que a cabeleireira não teve isso em atenção quando cortou o cabelo. De qualquer maneira, habituei-me tão bem a ter cabelo curto que nunca deixei de lá ir. Continuo até hoje a frequentar a mesma cabeleireira, principalmente para deixar o meu cabelo curtinho. Tenho usado o meu cabelo com o mesmo penteado há mais de ano e meio, sempre o mesmo (e tem sido o mais curto de sempre!). Além do mais já lá pintei o cabelo e ela tem sido sempre excelente no trabalho que faz comigo, sendo que para o trabalho bem feito que faz não leva nada caro! Nunca vi ninguém da área que fizesse preços competitivos com ela, e já vi montes de salões a fazer o mesmo que ela (e muitas vezes não tão bem feito ou com qualidade inferior) e a pedir bem mais dinheiro por esse trabalho! 

Conclusão, hoje adoro cabelo curto e não o troco por cabelos compridos!! 

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Trabalhar numa cadeia de Fast Food

por *Márcia S.*, em 01.08.19

O meu primeiro trabalho remunerado foi numa conhecida cadeia de Fast Food. Como muita gente acaba por apostar como primeiro emprego, para ganharem experiência e até juntarem "uns trocos". Sim porque, tirando os posto mais altos dentro dessas lojas, só conseguimos mesmo juntar uns trocos. Ninguém fica rico a trabalhar na área da restauração, muito menos numa loja de uma cadeia de Fast Food. Se alguém tenciona ir para uma delas sem ser pela experiência, mas para ganhar dinheiro, tire lá o cavalinho da chuva porque no máximo dos máximos conseguem sustentar algumas das saídas que têm e algo mais (caso não tenham necessidade de ajudar com despesas em casa). Cada caso é um caso e logicamente apenas posso falar do meu! Se é uma boa forma de ganhar experiência nesta área? Sim! Se ganhamos "estaleca" para o mundo do trabalho em geral? Sim! Se nos abre os olhos para a crueldade da vida? Sim! Se é uma opção de vida? Sim e não! Ora, só pode ser uma opção de vida se desejarem subir nessas empresas e, quem sabe, caiam nas boas graças dos vossos chefes/gerentes que vejam em vocês a capacidade de subir. Caso contrário, como mero colaborador, esta não é nem de longe nem de perto uma área que alguém possa querer fazer vida dela. É preciso terem muito amor a essa camisola para quererem algo assim. É uma área em que o trabalhador é bastante injustiçado, muitas vezes chamado "trabalho para aquecer", com horas de entrada mas sem hora certa de saída. É onde podem ter um chefe que não deixa de dar um sermão por 2 minutos de atraso mas quer que fiquem mais meia hora a trabalhar (sem receberem nada) porque no entender deles o serviço não está bom. É onde muitas vezes acham que uma loja se limpa bem e a 100% em meia hora (e se assim não for não faz mal, o funcionário que fique mais tempo a trabalhar sem ganhar nada em troca porque é a sua obrigação).

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Os meus animais de estimação

por *Márcia S.*, em 05.03.19

Quando era pequenita, antes dos meus 6 anos de idade, tive um cão. São poucas as recordações que tenho dele, pois realmente era muito novinha.

Durante a minha infância, adolescência e início de idade adulta a minha mãe apenas aceitava em casa peixes e tartarugas, dizia que não queria cães e muito menos gatos porque não tinha paciência. Faz agora cerca de 7 anos que a minha irmã pediu se podia ter um cão e a minha mãe continuava a não querer. Até que um certo dia, vimos uma ninhada que era de uma cadelinha que estava grávida e abandonada no meio da rua. Houve uma família que ficou com a mãe e um dos filhos, a tal família que acabamos por contactar para ficar com o nosso primeiro cão. Não sei como, todos em casa acabaram por aceitar um novo membro cá em casa, até mesmo a nossa mãe que não queria nada. Está connosco até hoje, com 7 aninhos, o nosso cãozinho que lhe demos o nome de Buddy. 

Faz agora por volta de um ano e uns 3 meses que uns familiares nossos tinham dois cães que tiveram uma ninhada. Os cães são ainda mais pequeninos que o nosso buddy, e são mesmo anões. Perguntaram-nos se não queríamos ficar com um deles até para fazer companhia ao nosso buddy, que lhe fazia bem. Inicialmente não queríamos, pois já estávamos muito habituados a ter o buddy e não sabíamos como ele iria reagir a ter um novo membro de 4 patas em casa. O que é certo é que hoje, temos o Buddy com 7 anos, e o Luke com 1 ano e tal. Dão-se bem, não foi fácil de inicio a adaptação do Buddy mas acabou por se tornar inseparável do novo amigo, como se o tivesse adoptado como seu filho.

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