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Nos últimos meses, a minha rotina mudou completamente. Com restrições alimentares um tanto exigentes para o que já estava habituada, como reduzir ao máximo o consumo de sal e gordura e optar por carnes brancas, tive de encontrar formas práticas de manter a alimentação equilibrada sem comprometer o meu tempo e a minha saúde. Foi assim que descobri o poder de fazer as marmitas antecipadamente e congelar tudo.

Preparar as refeições de forma planeada e em maior quantidade ajudou-me a enfrentar os dias mais agitados com a garantia de que estava a cuidar do meu corpo, e das novas restrições que assim exige. Além disso, congelar as marmitas tornou-se uma verdadeira tábua de salvação, especialmente porque os meus horários de trabalho são rotativos, ocupam bastante tempo do meu dia e não me permitem cozinhar de forma tão constante.

Como tenho folgas rotativas, não sendo sempre juntas, complicava a situação. Optei por nas folgas tirar umas horas do meu dia para preparar as minhas refeições semanais. Planeio já para quantos dias vou precisar de cozinhar, quantas refeições são e vou preparando tudo de acordo com o que devo consumir. 

Baseio as refeições em carnes brancas, como frango e peru, e combino com vegetais variados, arroz integral e massa (ainda não experimentei as versões integrais mas tenciono em breve experimentar para ver se incluo nas refeições).

Num único dia, preparo todas as refeições da semana. Opto por grelhar ou cozer e eliminei frituras. Substituo o sal por especiarias e ervas aromáticas, como alho, orégãos, pimenta e limão, para dar sabor. Em alguns casos uso sal mas se forma reduzida, de forma a que se alguém quiser comer da minha comida não sentir tanta diferença. Mas confesso já que as especiarias e ervas aromáticas já fazem um trabalho excelente para substituir o sal!

Divido as refeições em caixas individuais que são fáceis de organizar no congelador. Este método assegura que tenho sempre algo saudável à mão, dentro das minhas novas restrições, para levar comigo para o trabalho para o almoço e para jantar quando chego a casa! 

Todas as semanas se tem repetido da mesma forma esta situação, cálculo os dias até às próximas folgas para saber quantas refeições terei de cozinhar e de forma a que uma das folgas consiga ter mais descanso. Tem sido uma ajuda preciosa de forma a manter o foco no que o meu corpo agora me exige e para organizar melhor o meu tempo diariamente!

Além de ser uma forma prática de lidar com o meu dia-a-dia, fazer marmitas permite-me controlar os ingredientes e evitar tentações menos saudáveis. Ter refeições prontas ajuda-me a cumprir a minha dieta restrita, sem sentir que estou a perder qualidade ou sabor.

Preparar marmitas não é apenas uma solução prática; é uma forma de cuidar de mim, mesmo nos dias mais difíceis. Para quem, como eu, precisa de seguir uma alimentação específica, recomendo esta abordagem. É simples, económica e, acima de tudo, eficiente!

E vocês? Já experimentaram fazer marmitas? Que truques têm para tornar este processo ainda mais fácil?

 

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O ano que mudou a minha vida

por ✓MS, em 13.12.24

Este ano ficará para sempre marcado na minha memória como um dos mais desafiantes, mas também como um dos mais transformadores da minha vida. Entre vitórias que me trouxeram sorrisos e desafios que testaram os meus limites, vivi um misto de emoções que nunca vou esquecer.

 

Os altos: mudanças e conquistas

Um dos momentos mais marcantes deste ano foi a minha mudança de trabalho. Embora tenha sido um passo assustador no início, senti que era o momento de arriscar e procurar algo que me trouxesse mais equilíbrio e realização. Não foi fácil adaptar-me a uma nova rotina, mas aos poucos percebi que esta mudança era exatamente o que precisava para começar a construir algo novo para mim. Se é o que mais amo fazer na vida? Não é! Mas era o que estava a precisar para criar novos rumos para a minha vida.

 

Outro ponto alto foi perceber o quanto cresci enquanto pessoa. Aprendi a valorizar as pequenas coisas, a celebrar as vitórias, por mais simples que fossem, e a dar prioridade ao que realmente importa.

 

Os baixos: desafios de saúde e momentos difíceis

Nem tudo foi fácil, e a minha saúde foi o maior desafio deste ano. Descobri que tenho pedras na vesícula e que, mais cedo ou mais tarde, terei de ser operada. Estas crises não só trouxeram dores físicas, mas também uma avalanche de preocupações e mudanças no meu dia a dia.

Além disso, foi um ano em que percebi que preciso cuidar mais de mim. Entre as restrições alimentares, consultas médicas e dias difíceis, tive momentos em que a exaustão e o cansaço quase tomaram conta de mim.

 

Lições aprendidas e um olhar para o futuro

Apesar de todos os altos e baixos, este ano ensinou-me algo fundamental: a importância da resiliência e de nunca desistir. Aprendi que sou mais forte do que imaginava e que, mesmo nos momentos mais difíceis, há sempre algo para agradecer.

Enquanto encaro o próximo ano com uma mistura de receio e esperança, estou determinada a continuar a cuidar de mim, a preparar-me para a operação e a manter o foco nos meus objetivos pessoais. Quero acreditar que cada desafio é uma oportunidade para crescer e ser melhor.

Se há algo que este ano me mostrou, é que nunca estamos sozinhos. O apoio da minha família e namorado foi essencial para atravessar os momentos mais complicados.

 

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O lado bom do Natal?!

por ✓MS, em 04.12.19

Não sei porquê, mas o facto de ter um misto de sentimentos sobre esta época festiva e tão especifica do ano está a dar-me este ano um monte de "inspirações" para vir cá escrever um pouco mais sobre este assunto. 

A melhor parte do Natal há uns anos atrás para mim, naquela fase de criança e adolescente, eram os presentes. Neste momento o mais importante e melhor para mim é, além de ter as pessoas de quem gosto comigo há mesa nesses dias, a comida, doçaria e os chocolates que se consomem mais nesta altura do ano! Confesso que sou uma gulosa de primeira e adoro comer e comer bem! Não podia deixar de frisar que nesta altura não quero saber se estou a comer muito ou pouco, importa-me que me esteja a saber bem, só!

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E, um dia, tudo vale a pena

por ✓MS, em 21.04.16

Cheguei a duvidar se o meu esforço seria recompensado. Se conseguiria seguir o à risca o que me tinha proposto, se a minha força de vontade seria suficiente para avançar e levar todo o seu progresso como uma grande aprendizagem. Cheguei a duvidar que era capaz. Olhei para trás e vi que não tinha nada a perder, ao invés disso já teria perdido o que tinha a perder. Não tinha nada a perder e, eventualmente, teria muito a ganhar. "Quem sabe me surpreendo a mim mesma", pensei no dia que tomei (talvez) a melhor decisão da minha vida. Não hesitei, apesar de duvidar, apesar de ter receio de me desiludir a mim mesma. Encarei o desafio como uma conquista ou "uma nova vida" que me esperava. Conquistei, fui conquistando, continuo a conquistar e a surpreender-me sem saber bem onde e como fui buscar força para "me mudar". Sem grandes esperanças, apaixonei-me. Apaixonei-me por mim, pela vida e por cada conquista, mesmo que pequena, que vou tendo.

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Desde que comecei a fazer os possíveis para emagrecer, aprendi algo extremamente importante (a meu ver) que todo o ser humano deveria aprender: ser paciente! E ser paciente porquê? Porque os resultados não aparecem do dia para a noite, não existe nenhuma fórmula mágica que nos vai fazer emagrecer X peso em X tempo, só porque nós queremos. O resultado do peso perdido é uma junção de variados factores como por exemplo a dedicação, esforço, motivação, entre outros. Nem todos conseguimos os mesmos resultados no mesmo período de tempo. Nem tudo funciona bem, ou de igual forma, com toda a gente. Só porque o vizinho do lado conseguiu atingir o que pretendia num determinado tempo, não significa que nós também sejamos capazes de o fazer, nos mesmo moldes que o nosso vizinho.

Nem sempre os resultados que tanto ansiamos aparecem da forma, e no tempo, que nós desejamos. Também tudo, ou quase tudo, vai depender do nosso empenho para com o nosso objectivo. Também existe uma considerável percentagem que devemos ter em conta: como o nosso corpo vai reagir ao que temos proposto para "lhe fazer". Acho sempre importante não criarmos metas demasiado "estranhas", de forma a não nos desiludirmos mais tarde. Da mesma forma, acho importante não desanimar e continuar a lutar, mesmo que o resultado não tenha sido o esperado.

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