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Medo de não se ser bom o suficiente

por *Márcia S.*, em 01.10.18

Durante anos a fio tive medo de não ser boa o suficiente. Não ser suficientemente boa no que fazia em praticamente tudo na vida. Tinha pavor de não agradar ou desiludir as pessoas que me eram próximas. A minha família, os meus amigos, as pessoas em geral. 

O medo consumiu-me a 100% durante muitos anos. Custou para perceber e aceitar que todos erramos alguma vez na vida. E vamos errar tantas e tantas vezes enquanto estivermos neste mundo. Demorou, custou, mas finalmente comecei a aceitar que o máximo que poderei fazer é evitar errar com as pessoas que mais amo no mundo!

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Amiga das palavras

por *Márcia S.*, em 08.09.18

Desde a adolescência que descobri o gosto que tinha por escrever. Independentemente de alguém ler, ou não, aquilo que ia escrevendo ao longo do tempo. Escrevia e pronto, estava feito. Sempre achei mais simples expressar-me pela escrita. Não precisava de dar justificações do que falava ou simplesmente servia a desculpa do "apeteceu-me". As palavras escritas no papel faziam-me sentir mais solta, mais leve e tranquila. Era como se fosse a minha medicação para aquela ansiedade que sentia na época. 

Foi um gosto que adquiri na altura e continua. Não só continua como me faz gostar de ler o que os outros gostam de escrever. 

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Procura o que te faz bem

por *Márcia S.*, em 06.09.18

Seja lá o que for que te transmite paz, procura-o(a) sempre. Sejam pessoas, locais, animais, cheiros, livros, ou até mesmo pintar ou escrever. Se te dá paz faz, vai, acompanha... procura! Não há mais nada melhor do que estarmos e nos sentirmos em paz connosco e com o mundo. 

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Falha para que chegues aos teus objectivos

por *Márcia S.*, em 01.09.18

Se é para ser, que seja para ser verdadeiro, que seja para concretizar objectivos e desejos pessoais. Sabes aquilo que mais queres, aquilo que mais desejas? Até pode ser a maior loucura da vida, mas arrisca e falha as vezes que assim forem necessárias. Falhamos ao tentar, e se tentar nos pode levar a conseguir atingir objectivos, quero falhar até conseguir.

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Depois de encontrarmos o amor da nossa vida

por *Márcia S.*, em 20.08.18

Foram algumas as mulheres que conheci, e contra mim falo, que em algum momento das suas vidas disseram não querer ninguém presente na vida delas. Literalmente ficarem para tias. Eu própria o cheguei a pensar e o dizer por diversas vezes. Mas, como sempre, pela boca morre o peixe. Na maioria das vezes, no que toca ao amor neste sentido, a vida é o destino acabam por nos pregar umas quantas partidas. Claramente que me incluo neste grupo que tanto fez para se convencer que estariam extremamente felizes sozinhos e acabou por se apaixonar e amar de tal forma que acaba por ter a certeza que encontrou realmente o amor da sua vida. 

Foram tantas as vezes que frisei não querer casar e até ter filhos, como tantas outras mulheres, mas que após terem a certeza que aquele pode ser ou que é mesmo um amor para a vida toda... Ideias mudadas sem que tivéssemos dado conta de tal sucedido. Como se tudo o que estivesse outrora planeado fosse por água abaixo e realmente já não fizesse sentido algum...

Porque os objectivos mudam quando o encontramos, porque os nossos desejos mudam e os nossos sentidos ficam mais apurados noutros pontos. Na nossa cabeça os objectivos mudam por completo, porque trocamos o "eu" pelo "nós". Porque trocamos o "eu vou" pelo "nós vamos"!

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