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É nas costas dos outros...

por ✓MS, em 19.08.15

Sempre me disseram que é nas costas dos outros que vemos o que podem dizer de nós. Sempre tive isso em conta e já me surpreendo muitas vezes, pela negativa. Quando estou a conhecer alguém não gosto de tirar conclusões precipitadas, apesar de a primeira impressão contar muito (principalmente para mim que raramente me engano). Mas, é inevitável, quando vejo que a pessoa vem ter comigo para desdenhar de alguém e, por algum motivo, também me sinto atingida (porque sou como a pessoa que está a ficar com os ouvidos quentes), fico de pé atrás com quem está a falar comigo. Quer queira ou não a confiança que deveria estar a ser criada, fica reduzida a números negativos. Não sou ninguém para criticar os outros, mas quando me sinto atingida não consigo agir naturalmente com essas pessoas (que vivem bem a falar de todos nas suas costas).

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6 comentários

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Andy Bloig a 19.08.2015

A primeira impressão é sempre errada (quando se diz primeira impressão é a que aparece quando olhas para alguém e decides se a pessoa é confiável, possível de ter algum interesse para ti ou ser lixo que não te interessa, depois de começarem a conversar, muita coisa muda)... muitas vezes só dás por isso, muito tempo depois.
Não penses é que por alguém ir falar contigo sobre outra pessoa, irá fazer o mesmo contigo (é muito provável que o faça... infelizmente) com outra pessoa qualquer.
Até pode ter ido tentar saber o que sentes por aquela pessoa de quem estavam a falar. Já tens idade para ver que as pessoas gostam de procurar parceiros para a "fofoca" e para se sentirem apoiados nas ideias que tem sobre esta ou aquela situação. Até ao final da escola, a maioria não consegue chegar a isso... depois, já lá chegas. O jogo de interesses ganha novos contornos e novas regras.
Guarda os pontos do que te disseram... a maioria das vezes, consegues mais informações sobre a pessoa que está a falar contigo, do que sobre a pessoa de quem estão a falar. Basta notares aquelas palavrinhas que ficam a meio, as perguntas pessoais, baseadas em experiências próprias e as observações que fazem ás tuas respostas.
Se não levares a ideia para "vai sair daqui e vai falar com o outro a dizer mal de mim", vais ver que percebes as razões, ocultas, para estarem a falar contigo... se é que elas existem. (tens razão... elas existem, praticamente, sempre e não costumam ser pelas melhores razões)
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✓MS a 19.08.2015

Não pude deixar de me rir. Quase que respondes por mim. Não sei se é geral mas, de qualquer forma, as pessoas pensam que tenho uma idade um tanto diferente da que tenho verdadeiramente. (umas vezes é impressão minha, outras vezes é mesmo assim).
Eu não me importo que me vejam como uma "parceira da fofoca", todos acabamos por falar. Apesar de ter generalizado, eu estava a falar de casos especificos que se passaram comigo. Por isso evito certos comentários para não ser como se costuma dizer "pela boca morre o peixe".
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Andy Bloig a 19.08.2015

Deixa lá o peixinho em paz... já basta as sardinhas que comemos.

Já gastaste um sorriso hoje. .

Deixa-te levar por essas conversas, sempre tens a cabeça ocupada noutro lado qualquer. (e arranja é um edredão que deflectia maus pensamentos durante o sono, se o descobrires, dava jeito a muita gente... menos ás empresas que vendem comprimidos para dormir)
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✓MS a 19.08.2015

Sorrisos e pessoas que me façam sorrir são sempre bem-vindos, nunca é de mais. ai, um edredão... eu preciso é de um comprimido que me apague a memória xD
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Andy Bloig a 19.08.2015

Eu tive um comprimido desses... durou 16 anos, até que levei com ele em cima com, resultados esquisitos. E com demasiadas respostas para perguntas que tinham ficado perdidas.
Por isso, procura respostas para o máximo antes de carregares no botão "arquivar naquele espaço onde os neurónios se esquecem de passar".
Memórias... costumam ser de coisas más com algumas boas pelo meio. O raio da cabeça guarda melhor as coisas más do que as boas.
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✓MS a 19.08.2015

Tanto tempo!
Eu gosto de lembrar os maus momentos só para retirar o que aprendi com isso. Quando penso muito neles é porque gostava de alterar as coisas, mas por outro lado aprendi muito com os meus erros e com as pequenas coisas que fui passando.
Por vezes brinco a dizer que já estou velha devido a passar um bocadinho de (quase) tudo negativo. Felizmente esforço-me para retirar o melhor desse lado negativo.

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