Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]


.


Adoro quando...

por *Márcia S.*, em 15.08.15

Adoro quando me sinto tão inspirada que nem mesmo o sono vence a dele. Há dias que estou inspirada, principalmente quando é de noite, e o sono ataca de tal forma que não aguento os olhos abertos. Mas tem outros dias que nem o sono me consegue fechar os olhos e, quando dou conta, já passou 1 / 2 horas. É como quando coloco a música nos ouvidos, o tempo passa e passa e eu nem dou conta que a vida continua a andar para a frente. Quando falo em inspiração, é no geral e não só numa coisa em especifico.

Só é pena que estes dias, e várias vezes noites, não se repitam mais vezes. São poucos os dias que eu penso "Ena pá, chagaste!".

Autoria e outros dados (tags, etc)

.



12 comentários

Imagem de perfil

*Márcia S.* a 16.08.2015

Sim, por vezes também erro na forma como interpreto alguém mas é como tudo na vida. Num grupo de 20 pessoas há sempre 2/3 mais difíceis de compreender.
Com os problemas da vida, apesar de não ser velha xD, fui aprendendo a criar certas barreiras para não mostrar tanto de mim aos outros (também porque me obriguei um bocado a isso, não me sinto tão confortável quando sinto que estou a mostrar demasiado o meu "eu" a quem não confio).
Imagem de perfil

Andy Bloig a 16.08.2015

Não aches estranho. Todos temos essas barreiras. A diferença é a forma como se usam.
Tanto podes criar a casca de noz e andares lá dentro, como mostrares pouco e as outras pessoas acharem que já sabem tudo sobre ti... quando só sabem as pequenas coisas que queres que saibam.
Tornam-se mais previsíveis e acabam por deixar de ser interessantes.
E o errares naquilo que pensas sobre algumas pessoas, é uma forma de pensares. Até podes estar certa, simplesmente escolheste a hipótese errada... ou fizeste a pergunta errada.
Imagem de perfil

*Márcia S.* a 16.08.2015

Claro. Muita gente acha que sabe tudo da minha vida, por ter contado várias coisas sobre mim, mas não sabem metade. Cada um conta o que quer sobre si. Quando observamos demais acabam por achar é que somos "anti-sociais", por não falarmos tanto. Ou fingem que não percebem ou não percebem de todo.
Imagem de perfil

Andy Bloig a 16.08.2015

Esse é o momento em que somos mais que eles.
Quando se mostra demasiado, ficamos vulneráveis a tudo que nos queiram fazer ou dizer. Quando se diz pouco, somos os chatos sem interesse que só estão ali para ver o que os outros fazem.
É aí que não se deve ficar dentro da casquinha de noz... se dermos a ideia que não temos essa casca, estamos defendidos do que se passa e sabemos tudo o que nos rodeia. (é complicado... é muito mais simples ficar na noz e só deflectir o que passe perto do que gerir o que se diz e a forma como se faz)
O problema é que se se usa isso demasiado bem, amigos são poucos... amizades também duram pouco. E cria-se aquele círculo complicado que começa a atacar a nossa auto-estima que nos atira para baixo como se os outros fossem todos melhores que nós em tudo... mesmo que se saiba que não são.
Imagem de perfil

*Márcia S.* a 16.08.2015

Resumindo, seremos criticados de qualquer das formas até porque as pessoas gostam é de falar, e normalmente abrem a boca para falar mal. Eu já não me importo tanto com o que dizem, já são muito poucos os comentários que me deixam mais afectada. De qualquer forma, não mostro quando não gosto do que disseram de mim.
Imagem de perfil

Andy Bloig a 17.08.2015

Com a vantagem de estarmos vários passos à frente do que eles estão a falar.
Imagem de perfil

*Márcia S.* a 17.08.2015

E basta uma palavra "mal dita" para a pessoa ficar logo riscada. (A não ser que se queira explicar, mas muito raramente acontece). As pessoas nem se dão conta que enquanto falam fazem comentários (os negativos) e quem se sentir afectado com eles vai ficar com o pé atrás com elas.

Comentar post



Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Mensagens