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O meu lado mais chato do Natal!

por ✓MS, em 03.12.19

No Natal há algo que gosto, especialmente por se juntar a outro tema que também adoro. A decoração! Adoro decoração e as cores alusivas a esta época festiva acabam por tornar a casa com um ambiente completamente diferente e distinto do resto do ano todo. No entanto, há algo que me chateia assim um bom bocadinho em termos de decoração no Natal. A decoração da árvore de Natal e toda a sua montagem é algo que me deixa um bocadinho irritada. Normalmente deixo que a minha mãe se encarregue disso pois eu confesso que detesto montar a árvore de Natal (então quando se trata de desmontar tudo o que é alusivo ao Natal, dá-me assim algumas dores de cabeça). A minha mãe gosta de ter tudo direitinho ao milímetro na árvore de Natal, eu já não sou tão minuciosa por isso chocamos um pouco nesse sentido.

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Novamente, Natal

por ✓MS, em 02.12.19

Sou daquelas pessoas que tem diversas opiniões sobre o Natal! Não adoro, mas não odeio. Já gostei mais como também já gostei menos. Já tive natais extremamente felizes como também já passei natais menos felizes. Neste momento é um misto de sentimentos, não tenho aquela vontade enorme de festejar este dia pois muitos dos familiares que podiam tornar um natal mais caloroso já cá não estão presentes. Por outro lado, tenho os que ainda me acompanham a alegrar todos estes dias festivos. Quero festejar, mas ao mesmo tempo não quero. Já não dou a estes dias que se avizinham o mesmo valor que antigamente. Antigamente dava-me um certo gozo andar a arranjar a roupa ideal para a consoada, por exemplo. Hoje em dia, prefiro mil vezes estar nesta época com um pijama quentinho a desfrutar da consoada com os meus! 

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Do antes ao agora

por ✓MS, em 14.07.19

Por diversas vezes fui partilhando o que era, o que sou. Mas nunca estagnamos sempre no mesmo ponto, tendo altos e baixos ao longo dos tempos. Cheguei a pensar, no passado, que estava a passar pelos momentos mais difíceis da minha vida. Porém, há sempre algo pior que pode estar por vir e nem damos conta da sua chegada. Ao longo dos últimos meses tenho vindo a perceber que há situações na vida bem piores do que não sermos aceites pelas pessoas que não nos conhecem. Já fui completamente insegura, sensível, sem amor próprio. Consegui melhorar tudo isso ao longo de anos. Dá trabalho melhorar o nosso "eu". 

Dá muito mais trabalho construir algo bom em nós do que destruir tudo isso. E, mesmo sem querer, houve um novo retrocesso. 

Mas, pior do que nos sentirmos mal por causa de terceiros, que nada nos são, é nos sentirmos mal por causa de quem nos é tudo. Por causa de amigos e até mesmo família que nos faz passar muitas vezes por situações iguais ou muito parecidas com as que passamos anos a fio com terceiros. Aí, tudo se desmorona, o mundo cai aos nossos pés porque quem mais nos devia apoiar é quem mais nos quer destruir. 

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Os meus animais de estimação

por ✓MS, em 05.03.19

Quando era pequenita, antes dos meus 6 anos de idade, tive um cão. São poucas as recordações que tenho dele, pois realmente era muito novinha.

Durante a minha infância, adolescência e início de idade adulta a minha mãe apenas aceitava em casa peixes e tartarugas, dizia que não queria cães e muito menos gatos porque não tinha paciência. Faz agora cerca de 7 anos que a minha irmã pediu se podia ter um cão e a minha mãe continuava a não querer. Até que um certo dia, vimos uma ninhada que era de uma cadelinha que estava grávida e abandonada no meio da rua. Houve uma família que ficou com a mãe e um dos filhos, a tal família que acabamos por contactar para ficar com o nosso primeiro cão. Não sei como, todos em casa acabaram por aceitar um novo membro cá em casa, até mesmo a nossa mãe que não queria nada. Está connosco até hoje, com 7 aninhos, o nosso cãozinho que lhe demos o nome de Buddy. 

Faz agora por volta de um ano e uns 3 meses que uns familiares nossos tinham dois cães que tiveram uma ninhada. Os cães são ainda mais pequeninos que o nosso buddy, e são mesmo anões. Perguntaram-nos se não queríamos ficar com um deles até para fazer companhia ao nosso buddy, que lhe fazia bem. Inicialmente não queríamos, pois já estávamos muito habituados a ter o buddy e não sabíamos como ele iria reagir a ter um novo membro de 4 patas em casa. O que é certo é que hoje, temos o Buddy com 7 anos, e o Luke com 1 ano e tal. Dão-se bem, não foi fácil de inicio a adaptação do Buddy mas acabou por se tornar inseparável do novo amigo, como se o tivesse adoptado como seu filho.

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Os melhores planos do mundo

por ✓MS, em 06.12.18

Ao longo de muito tempo achei que os melhores planos que podíamos fazer eram aqueles em que incluíamos os amigos/as. Fazer planos entre amigos parecia-me ser o programa perfeito para os tempos livres. Isso porque via as pessoas que me rodeavam, literalmente todas, a fazer exactamente esses programas e pareciam (aos meus olhos) extremamente felizes com isso. Mas, nunca fui pessoa de ter imensas amizades. Foi então que se fez luz na cabeça da Márcia! Como podia ser esse um dos melhores planos do mundo se não era algo com o que me sentia confortável? Quero com isto dizer que apesar de gostar de sair de casa, as "saídas com amigos" não me pareceu assim tanto um plano maravilhoso para mim. 

Até que, me fui apercebendo que no meu caso o ideal seria realizar os planos em família e com o namorado. Apercebi-me que isto sim me faz super feliz e que realmente são os melhores planos do mundo! Realizar planos em família e em casal acaba por ser, para mim, maravilhoso!

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