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Será força de vontade?

por ✓MS, em 08.03.18

Há uns anos atrás queria revolucionar a minha vida, não sabia como mas queria! Pensava em mil e uma formas de o fazer, cheguei a sonhar com o que mais desejava que se tornasse real na minha vida. Todos os dias, todas as noites,eu imaginava e sonhava com o que achava perfeito para mim tanto no presente como no futuro. E imaginava diversas hipóteses, diversos cenários uns mais fáceis de alcançar que outros. Não sei se todos seriam o que eu realmente queria ou se a certa altura deixei dar asas a esta minha imaginação. De qualquer forma agradava-me todas essas hipóteses que passavam pela minha cabeça. Não sei como todos surgiram, mas todos esses pensamentos vieram quase que colados e não me recordo de descartar algum. Por outro lado, não sabia bem como fazer para os seguir, sentia que me faltava algo, faltava-me aquele empurrãozinho que me fizesse seguir em frente. Faltava-me o que, posteriormente aprendi a ter por mim mesma, força de vontade! 

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Viver sem ter-te do meu lado

por ✓MS, em 06.03.18

Dei por mim a pensar outro dia, no tempo que vivi sem alguém a meu lado. Alguém que está hoje a meu lado, que me conhece desde a adolescência, mas em que o contacto não era algo frequente como agora. E sim, vivi sem ele. E sobrevivi, com saudades pelo meio mas sobrevivi. Sempre fui de me apegar muito às pessoas, apesar de já ter melhorado bastante nesse aspecto. Já não me recordo quando foi que eu percebi que, sempre que eu precisei, era a mão dele que se estendia sempre que eu precisei, era a mão dele que se estendia sempre para mim. Era ele quem tinha sempre os melhores conselhos, o melhor ombro amigo e que sempre foi o melhor ouvinte. 

Dei por mim a pensar na importância dessa pessoa na minha vida. Se algum dia iria conseguir viver sem o ter a meu lado. E é lógico que eu iria continuar a viver, pelo menos exteriormente. Se perdesse tal pessoa iria sentir-me morta por dentro, como se eu já não fosse eu! Se eu conseguia viver sem o ter a meu lado? Conseguir eu conseguia, mas não era a mesma coisa!

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Como um pedaço de papel

por ✓MS, em 03.03.18

Este post não retrata nenhum momento da minha vida

Um dia achamos ter encontrado um no outro a pessoa certa. Aquela pessoa que perdemos horas a sonhar durante noites. E mesmo sem certezas a gente arrisca, nós fazemos acontecer mesmo sem perceber se estamos a seguir o trilho certo. Porque resolvemos seguir em frente se naquele dia tínhamos todas as hipóteses do mundo? Tínhamos todas as cartas na mesa, podíamos ter feito a nossa melhor jogada, mas arriscamos demasiado no incerto. Eu era um pedaço de papel, como poderia resultar com um cubo de gelo?

Um dia achamos que as nossas diferenças não eram nada comparado com o que poderíamos ser. Um da achamos que éramos suficientemente maduros para irmos juntos até onde o destino nos quisesse levar. Mas qual destino, se nós fomos os primeiros a remar contra a maré? Como conseguimos seguir em frente se podíamos ter voltado atrás? Fomos a tempo de voltar atrás e que fizemos nós? Teimamos em não ver que éramos pólos opostos, teimamos em seguir em frente com algo que já estava destinado a ser destruído.

Um dia percebemos que um pedaço de papel e um cubo de gelo seria impossível de permanecerem juntos de forma intacta. Nesse dia o gelo instalou-se em nós, apoderou-se de nós de tal forma que nenhum tipo de tentativa é bem vinda. Quisemos ser o verão, mas nunca saímos do inverno. Lá no fundo, tinamos tudo para ser apenas a primavera e o outono!

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Ensinar-me a sorrir

por ✓MS, em 01.03.18

Há uns anos atrás não sabia o que era sorrir, sorrir de verdade sem ser aqueles sorrisos "amarelos" a disfarçar o que sentia na realidade. Para mim não era suficiente! Eu queria sorrir, dar sorrisos sentidos, rir e dar gargalhadas daquelas que fica a doer a barriga de tanto rir. O maior erro que cometia era esperar que fosse alguém a fazer-me sorrir e não eu a sorrir por vontade própria. Depender de alguém para sorrir e conseguir ser feliz foi dos maiores erros que cometi no passado. Não por alguém me fazer feliz, mas porque não sabia ser feliz sozinha. 

"E agora?", era das perguntas que mais fazia para mim, como se estivesse a tentar puxar por mim mesma para sorrir por mim. Não sei como se deu o clique para algo dentro de mim mudar a este respeito, mas aconteceu. Aconteceu de tal forma verdadeira que eu aos poucos comecei a sorrir de forma verdadeira. Aos poucos fui descobrindo pessoas que se foram aproximando e me fazendo sorrir mais e ser cada vez mais feliz. Aos poucos, fui encontrando pessoas que, cada uma de uma forma diferente, me completam e me fazem sentir bastante completa todos os dias. 

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