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Como sabes que é o amor da tua vida?

por *Márcia S.*, em 01.11.18

Durante toda a adolescência e inicio da vida adulta, questionava como muita gente afirmava ter a seu lado o amor da sua vida. Como sabiam eles que seria assim sempre, que era assim naquele momento? Havia uma certa curiosidade minha se se sentia algo diferente do habitual. Não pedia que fosse acontecer comigo, na altura nem queria de todo isso. Apenas queria satisfazer a minha curiosidade. Saber mesmo a 100% como as pessoas se sentiam para dizer uma coisa com tanta importância. 

Certo dia, fez-se luz na minha mente. Tinha encontrado um ser maravilhoso, que com simples gestos me foi fazendo sorrir (e até hoje sempre foi assim). Gostos tão diferentes e tão iguais ao mesmo tempo. Feitios que, com os seus pontos bons e menos bons, se encaixavam na perfeição um ao outro. É o não passar um momento sem que aquela pessoa passe pela nossa cabeça. É o adormecer a pensar nela, sonhar com ela e acordar com ela já no pensamento. É o saber que apenas um "Amo-te" não chega para demonstrar tudo o que sinto cá dentro há meses e meses! 

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A maquilhagem no trabalho

por *Márcia S.*, em 18.10.18

Já cá tinha referido que não sou super amiga de maquilhagem. Tive a sorte de no mundo do trabalho, até hoje, esse ponto não ser exigido. Usava quem quisesse desde que nada extravagante e nada "de mais". Confesso que para o trabalho acabei sempre (ou quase sempre) por usar, pouco mas usava. Sim, usava até o namorado me conseguir "fazer a cabeca". Convenceu-me completamente a não usar e era o que eu sempre queria ter feito. Acabava por me sentir na "obrigação" de usar algo. 

Ouvir as pessoas que amamos dizerem que gostam de nos ver sem toda aquela "coisa" na cara sabe tão mas tão bem!!

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Medo de não se ser bom o suficiente

por *Márcia S.*, em 01.10.18

Durante anos a fio tive medo de não ser boa o suficiente. Não ser suficientemente boa no que fazia em praticamente tudo na vida. Tinha pavor de não agradar ou desiludir as pessoas que me eram próximas. A minha família, os meus amigos, as pessoas em geral. 

O medo consumiu-me a 100% durante muitos anos. Custou para perceber e aceitar que todos erramos alguma vez na vida. E vamos errar tantas e tantas vezes enquanto estivermos neste mundo. Demorou, custou, mas finalmente comecei a aceitar que o máximo que poderei fazer é evitar errar com as pessoas que mais amo no mundo!

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A freira maldita - The Nun

por *Márcia S.*, em 17.09.18

Fui a semana passada ao cinema, e escolhi "A freira maldita - The Nun" não só por gostar do tipo de filme como por tudo o que se andava a falar dele. Todas as imagens que tinha visto antes me fizeram o querer ver, quer fosse no cinema ou não. Parecia ser uma "grande promessa", um bom filme dentro daquele género. 

No entanto, para o que se esperava (ou para o que pessoalmente eu esperava) foi um autêntico fiasco. Tudo o que teria sido esperado por mim para este filme foi por água abaixo, não superou nem de perto nem de longe todas as expectativas. Esperava muito mais acção, ficar mais presa ao ecrã e não senti muito isso. 

 

 

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Amiga das palavras

por *Márcia S.*, em 08.09.18

Desde a adolescência que descobri o gosto que tinha por escrever. Independentemente de alguém ler, ou não, aquilo que ia escrevendo ao longo do tempo. Escrevia e pronto, estava feito. Sempre achei mais simples expressar-me pela escrita. Não precisava de dar justificações do que falava ou simplesmente servia a desculpa do "apeteceu-me". As palavras escritas no papel faziam-me sentir mais solta, mais leve e tranquila. Era como se fosse a minha medicação para aquela ansiedade que sentia na época. 

Foi um gosto que adquiri na altura e continua. Não só continua como me faz gostar de ler o que os outros gostam de escrever. 

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