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2018 vai ser o ano...

por *Márcia S.*, em 08.01.18

Há uns dias atrás estava a conversar com um colega de trabalho num momento mais "relaxado" de ambos. Estavamos a conversar de coisas aleatórias, tanto de trabalho como coisas da vida pessoal de ambos. Faz parte de mim, quer eu esteja bem ou mal e gostando muito ou pouco das pessoas, se as vir um tanto em baixo entro em modo palhaça. Confesso que por vezes me esqueço que estou no trabalho, por ser um dia extremamente calmo, e só digo porcaria para o pessoal se ir rindo. A meio da conversa deu para reparar que a pessoa em questão não se encontrava a 100%, conhecendo o básico dela dava para notar que estava um tanto em baixo ou desanimada com algo. No meio de gargalhadas, conversas e desabafos, acabei por dizer que achava que 2018 seria o ano, o meu ano, aquele ano em que sentimos que será agora que teremos força para tudo e mais alguma coisa. E a realidade é que sinto mesmo isso. A quase todos os níveis! É algo que nunca senti em nenhum ano anterior desde que me conheço. É como se, na virada do ano eu me sentisse mais capaz de tudo do que antes, mais capaz de lutar, mais capaz de sorrir, mais capaz de fazer tudo e dar tudo de mim. Talvez, quem sabe, mais capaz de lutar por algo que sempre sonhei e fui adiando dia após dia...ano após ano. 

Não sei explicar ao certo o que vai cá dentro, mas tenho estado extremamente feliz. Sem as mudanças de humor repentinas com que andava nos últimos tempos, sem o cansaço estúpido com que andei no mês de Dezembro. Já não me recordo da última vez que me senti desta forma, mas acho algo de maravilhoso. É como se tudo o que me vai dando motivos para ir abaixo fosse começando a ser um tanto "irrelevante", não sei se terá sido a forma como vejo as coisas que foram mudando aos poucos ou se, como por magia, a minha mente mudou sem eu dar conta disso. 

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Mudar de trabalho... medos?

por *Márcia S.*, em 30.12.17

Como referi anteriormente (AQUI), mudei de local de trabalho. Apesar da mudança ser algo que eu queria muito (independentemente de para onde, apenas queria mudar), há sempre medos ou receios que surgem paralelamente com essas mudanças. Por mais que se queira muito aquela volta grande na nossa vida, há sempre alguma coisa que nos deixa aquele friozinho na barriga.

Por exemplo a ambientação, ou adaptação, a um novo meio, a um novo produto, a uma nova marca, a um novo público. Aquela questão "como me vou adaptar?" foi algo frequente na minha mente. No entanto quis começar com energia positiva e encarar cada problema que pudesse surgir com muita tranquilidade.

Ou até, como seria o ambiente entre colegas de trabalho. Se me iam receber bem, se iriam ser simpáticos e acolhedores... Mas sempre presente na mente de que estou ali para trabalhar e não fazer amigos (mesmo sabendo que um bom ambiente no trabalho é sempre bom no nosso dia-a-dia enquanto profissionais).

E até mesmo se vão gostar do nosso trabalho naquele local, principalmente quando a nossa experiência é em outro tipo de área (mesmo sendo dentro do mesmo ramo). Aqui ainda dá mais friozinho na barriga, até porque por mais que se entenda algumas coisas se formos um tanto perspicazes, acabamos por nunca saber a 100% o que os superiores acham de nós a não ser que nos digam directamente.

Já lá vão quase 6 meses desde esta mudança e posso afirmar a pés juntos que foi o melhor que fiz. Tudo tem os seus quês, pontos negativos e positivos. Mas no geral posso dizer que mudei para muito mas muito melhor sem sombra para qualquer dúvida. Troquei algo que tinha como certo mais uns meses por algo que não saberia como iria funcionar, com uma equipa que já tinha estado a ter formação antes de me contratarem. Felizmente foram pessoas excelentes comigo que me ensinaram, me formaram, da melhor forma que conseguiam e sabiam. Gabo-lhes a paciência para me ensinar, e conseguirem puxar por mim de forma a me ir tornando a cada dia uma profissional melhor a cada dia.

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Mudar de vida

por *Márcia S.*, em 13.11.17

Por vezes precisamos de largar as pessoas de quem mais gostamos para percebermos o que estávamos realmente a perder na nossa vida. O estarmos em primeiro lugar na nossa vida acaba por se tornar em um ponto de extrema importância e por vezes acabamos por nos esquecer disso quando colocamos os amigos ou algum tipo de relação em primeiro lugar na nossa vida. O estarmos em primeiro lugar faz-nos, até certo ponto, não nos sentirmos perdidos por aí. Parece-me que num certo ponto estou igual ao que passei há uns anos atrás, a minha vida tem mudado muito rápido em muito pouco tempo. Pontos muito positivos mas também negativos que me deixaram, em certos momentos, a querer desistir de tudo novamente. Mas, talvez a força que achei ter perdido algures por aí ainda está por cá, e bem presente! Por vezes ainda dá aquela vontade grande de chorar e, outras vezes, acabo por ceder e chorar. Porém, estou cada vez melhor a controlar as minhas emoções. Por vezes questiono-me de como me consegui esquecer de certas coisas comcomo ser o mais importante para mim mesma, de que existo para ser feliz se não for a 100% terá de ser bem lá perto ou até mesmo que só depende de mim fazer a minha própria história. Estava mais que na altura de, novamente, mudar de vida de forma a me sentir, a cada dia que passa, mais feliz um bocado.

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